Inteligência de preços
Comparação de preços, histórico de mercado e faixa sugerida de negociação. Reduz a assimetria de informação que historicamente desfavorece o extrativista.
A BioAmazônia é uma plataforma territorial movida por inteligência artificial que organiza a oferta, dá transparência aos preços e conecta comunidades extrativistas e pescadores tradicionais aos compradores certos.
Cada funcionalidade resolve uma falha conhecida das cadeias da sociobiodiversidade — todas conectadas por um mesmo dado territorial vivo.
Cadastro de volumes, sazonalidade, qualidade e disponibilidade por comunidade — com previsão assistida por IA para coordenar a safra antes que ela chegue ao porto.
Comparação de preços, histórico de mercado e faixa sugerida de negociação. Reduz a assimetria de informação que historicamente desfavorece o extrativista.
Agrupamento de lotes entre comunidades e planejamento de janelas de escoamento pelo rio. Mais volume agregado, melhor frete, mercado mais lucrativo.
Ficha digital com origem, cadeia de custódia, atributos de manejo e o valor socioambiental embutido. Diferenciação real, confiança comercial.
IA cruza a oferta consolidada com perfis de compradores, indústrias e canais alinhados ao valor socioambiental dos produtos da floresta.
“A floresta em pé só compete quando a coordenação chega antes do atravessador.”
BioAmazônia · 2026
Começamos pelas cadeias com escala, sazonalidade complementar e compradores institucionais já identificados na região.
Polpadoras regionais, marcas premium nacionais (Pulp, Frooty, Sambazon) e indústrias de bebidas funcionais com demanda crescente por origem rastreada.
Cooperativas exportadoras (COOPMAS, ASPACS), indústrias de granolas e snacks saudáveis, e marcas europeias de alimentos orgânicos certificados.
Restaurantes premium em SP/RJ, redes de pescados sustentáveis, programas institucionais (PNAE/PAA) e indústrias de defumados e pratos prontos.
A faixa de negociação não é um número fechado: ela é composta por fatores auditáveis, publicados em boletim aberto às comunidades. Quem vende sabe exatamente por que aquele preço é justo — e o que precisa mudar para ele subir.
Cotações Cepea, Conab, feiras regionais de Lábrea e negociações fechadas na própria Rede nos últimos 90 dias.
Diárias de coleta, quebra, secagem, despolpa e embalagem realizados na comunidade — o piso abaixo do qual a venda deixa de compensar.
Custo de balsa, voadeira e recreio na janela de escoamento, além do risco de atraso por nível do rio.
Granulometria, umidade, integridade do lote e classificação sanitária — atributos que o comprador paga a mais para ter.
Lotes somados entre comunidades aumentam o poder de negociação e reduzem o custo por quilo transportado.
Rastreabilidade de origem, manejo comunitário e certificações reconhecidas por marcas e compradores institucionais.
Faixa indicativa — a decisão de venda é sempre da comunidade.
Iniciativas que já provaram pedaços do nosso modelo. A BioAmazônia integra essas peças num único fluxo digital, ancorado num território.
Pará, Brasil · Agroindústria de produtos da floresta
Mostra que valor agregado + storytelling territorial sustenta marca premium nacional.
Amazônia / Imaflora · Rede de rastreabilidade socioambiental
Referência em traceability digital da sociobiodiversidade — modelo de selo e ficha de lote.
Mato Grosso, Brasil · Cooperativa de castanha indígena
Prova que agregação cooperativa multiplica preço pago ao extrativista em 2–3×.
Amazonas, Brasil · Manejo participativo de pirarucu
Modelo consolidado de cadeia rastreada com cotas, manejo e contratos de venda.
México / América Latina · Marketplace de produtores indígenas
Match digital entre comunidades e compradores éticos — análogo internacional próximo.
Brasil · Crédito e mercado para negócios comunitários
Infraestrutura financeira que pode ser plugada à oferta consolidada da Rede.
Indicadores combinam alcance, valor capturado pela comunidade e qualidade da informação que circula no território.
Cobertura territorial da RESEX em 6 meses
Açaí, castanha e pirarucu somados
Vs. preço do atravessador na mesma janela
Polpadoras, exportadoras e gastronomia
Rastreabilidade da árvore ao caminhão
Boletim mensal aberto às comunidades
No estágio inicial, a Rede só cobra quando a transação acontece. Mais escala, mais dados, mais fontes de receita — sempre com a comunidade no centro da equação.
Pequena taxa sobre lotes vendidos via matchmaker, paga pelo comprador. Não onera o extrativista e só cobra quando entrega valor real.
Acesso premium a previsão de safra, ficha de rastreabilidade exportável e relatórios ESG/sociobio para indústrias e exportadoras.
Recursos não-reembolsáveis (BNDES Floresta, USAID, fundos climáticos) para infraestrutura inicial e capilaridade nas comunidades.
Venda de painéis de inteligência territorial e dados de manejo verificáveis para mercado voluntário de carbono e biodiversidade.
Buscamos parceiros institucionais, compradores pioneiros e apoiadores filantrópicos para a primeira safra digital da BioAmazônia.