RESEX Ituxi & Médio Purus · Lábrea, Amazonas

A floresta tem oferta. Falta coordenação.

A BioAmazônia é uma plataforma territorial movida por inteligência artificial que organiza a oferta, dá transparência aos preços e conecta comunidades extrativistas e pescadores tradicionais aos compradores certos.

+5cadeias prioritárias
+40comunidades alvo
6 mprimeira safra digital
A plataforma

Cinco camadas que transformam extrativismo em cadeia.

Cada funcionalidade resolve uma falha conhecida das cadeias da sociobiodiversidade — todas conectadas por um mesmo dado territorial vivo.

/ 01

Painel de oferta comunitária

Cadastro de volumes, sazonalidade, qualidade e disponibilidade por comunidade — com previsão assistida por IA para coordenar a safra antes que ela chegue ao porto.

Abrir painel →
/ 02

Inteligência de preços

Comparação de preços, histórico de mercado e faixa sugerida de negociação. Reduz a assimetria de informação que historicamente desfavorece o extrativista.

/ 03

Logística colaborativa

Agrupamento de lotes entre comunidades e planejamento de janelas de escoamento pelo rio. Mais volume agregado, melhor frete, mercado mais lucrativo.

/ 04

Rastreabilidade do lote

Ficha digital com origem, cadeia de custódia, atributos de manejo e o valor socioambiental embutido. Diferenciação real, confiança comercial.

/ 05

Matchmaker de compradores

IA cruza a oferta consolidada com perfis de compradores, indústrias e canais alinhados ao valor socioambiental dos produtos da floresta.

“A floresta em pé só compete quando a coordenação chega antes do atravessador.”

BioAmazônia · 2026
Cadeias prioritárias

Três produtos. Mercados plausíveis hoje.

Começamos pelas cadeias com escala, sazonalidade complementar e compradores institucionais já identificados na região.

Açaí
Safra: ago–dez

Açaí

Polpadoras regionais, marcas premium nacionais (Pulp, Frooty, Sambazon) e indústrias de bebidas funcionais com demanda crescente por origem rastreada.

Polpadoras AM/PAMarcas premiumBebidas funcionais
Castanha-do-Brasil
Safra: dez–mar

Castanha-do-Brasil

Cooperativas exportadoras (COOPMAS, ASPACS), indústrias de granolas e snacks saudáveis, e marcas europeias de alimentos orgânicos certificados.

Produto NacionalSnacks saudáveisCosmética natural
Pirarucu de manejo
Safra: ago–nov

Pirarucu de manejo

Restaurantes premium em SP/RJ, redes de pescados sustentáveis, programas institucionais (PNAE/PAA) e indústrias de defumados e pratos prontos.

Alta gastronomiaCompras públicasPescados premium
Transparência de preços

Todo preço sugerido tem uma explicação pública.

A faixa de negociação não é um número fechado: ela é composta por fatores auditáveis, publicados em boletim aberto às comunidades. Quem vende sabe exatamente por que aquele preço é justo — e o que precisa mudar para ele subir.

peso 35%

Referência de mercado

Cotações Cepea, Conab, feiras regionais de Lábrea e negociações fechadas na própria Rede nos últimos 90 dias.

peso 20%

Custo de coleta e beneficiamento

Diárias de coleta, quebra, secagem, despolpa e embalagem realizados na comunidade — o piso abaixo do qual a venda deixa de compensar.

peso 15%

Frete fluvial e janela logística

Custo de balsa, voadeira e recreio na janela de escoamento, além do risco de atraso por nível do rio.

peso 12%

Qualidade e classificação

Granulometria, umidade, integridade do lote e classificação sanitária — atributos que o comprador paga a mais para ter.

peso 10%

Volume agregado

Lotes somados entre comunidades aumentam o poder de negociação e reduzem o custo por quilo transportado.

peso 8%

Prêmio socioambiental

Rastreabilidade de origem, manejo comunitário e certificações reconhecidas por marcas e compradores institucionais.

Exemplo de faixa

Castanha-do-Brasil (kg) · safra 2026

R$ 4,20Atravessador
R$ 4,90Piso
R$ 6,40Sugerido
R$ 7,80Teto

Faixa indicativa — a decisão de venda é sempre da comunidade.

Metodologia
  • Fontes: Cepea, Conab, feiras de Lábrea e Manaus, cotações de compradores cadastrados e vendas fechadas na Rede.
  • Atualização: diária para preços de referência; semanal para custo de frete e janela logística.
  • Publicação: boletim mensal aberto, com histórico de cada lote negociado e o motivo de cada variação.
  • Revisão: associações comunitárias podem contestar qualquer fator e solicitar recálculo da faixa.
Benchmarks

Não estamos sozinhos — e isso é uma boa notícia.

Iniciativas que já provaram pedaços do nosso modelo. A BioAmazônia integra essas peças num único fluxo digital, ancorado num território.

01

Manioca

Pará, Brasil · Agroindústria de produtos da floresta

Mostra que valor agregado + storytelling territorial sustenta marca premium nacional.

02

Origens Brasil

Amazônia / Imaflora · Rede de rastreabilidade socioambiental

Referência em traceability digital da sociobiodiversidade — modelo de selo e ficha de lote.

03

COOPAVAM

Mato Grosso, Brasil · Cooperativa de castanha indígena

Prova que agregação cooperativa multiplica preço pago ao extrativista em 2–3×.

04

Instituto Mamirauá

Amazonas, Brasil · Manejo participativo de pirarucu

Modelo consolidado de cadeia rastreada com cotas, manejo e contratos de venda.

05

Sabia (rede MX)

México / América Latina · Marketplace de produtores indígenas

Match digital entre comunidades e compradores éticos — análogo internacional próximo.

06

Conexsus

Brasil · Crédito e mercado para negócios comunitários

Infraestrutura financeira que pode ser plugada à oferta consolidada da Rede.

Impacto · 6 meses

O que medimos para saber se está funcionando.

Indicadores combinam alcance, valor capturado pela comunidade e qualidade da informação que circula no território.

8 → 20
comunidades cadastradas

Cobertura territorial da RESEX em 6 meses

150 t
volume agregado em lotes rastreados

Açaí, castanha e pirarucu somados

+25%
preço médio recebido pelo extrativista

Vs. preço do atravessador na mesma janela

12
compradores ativos no matchmaker

Polpadoras, exportadoras e gastronomia

100%
dos lotes com ficha de origem digital

Rastreabilidade da árvore ao caminhão

4
publicações de transparência de preço

Boletim mensal aberto às comunidades

Modelo de receita

Receita que cresce com o valor que a Rede gera.

No estágio inicial, a Rede só cobra quando a transação acontece. Mais escala, mais dados, mais fontes de receita — sempre com a comunidade no centro da equação.

Estágio inicial · 3–5%

Comissão sobre transação intermediada

Pequena taxa sobre lotes vendidos via matchmaker, paga pelo comprador. Não onera o extrativista e só cobra quando entrega valor real.

/01
Estágio inicial · R$ 1–5k/mês

Assinatura de compradores institucionais

Acesso premium a previsão de safra, ficha de rastreabilidade exportável e relatórios ESG/sociobio para indústrias e exportadoras.

/02
Habilitador · Seed

Editais e filantropia catalítica

Recursos não-reembolsáveis (BNDES Floresta, USAID, fundos climáticos) para infraestrutura inicial e capilaridade nas comunidades.

/03
Escala · Futuro

Serviços de dados e MRV territorial

Venda de painéis de inteligência territorial e dados de manejo verificáveis para mercado voluntário de carbono e biodiversidade.

/04
Próximos passos

Vamos conectar a floresta aos compradores certos?

Buscamos parceiros institucionais, compradores pioneiros e apoiadores filantrópicos para a primeira safra digital da BioAmazônia.